segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Gato convocado para ser júri durante julgamento


Noticia retirada de TVI24:

Gato convocado para ser júri durante julgamento

Tribunal recusou apelo dos donos para este ser retirado do grupo de jurados
Por: Redacção / PP | 19- 1- 2011 15: 28

Um tribunal de Boston convocou Sal Esposito para fazer parte de um grupo de jurados. Algo que pode acontecer a qualquer cidadão norte-americano e que, por lei, se é obrigado a comparecer. Tudo estaria bem, se Sal não fosse um gato. A notícia foi avançada pelo jornal «Daily News» .

Ainda de acordo com a mesma notícia, os donos já apelaram ao tribunal para retirar Sal da lista, alegando que ele é «um gato», mas este recusou e o animal vai ter de comparecer a julgamento.

Anna e Guy Esposito, os donos, dizem que no Census de 2010 registaram o gato como membro da família, mas na secção dos animais de estimação e, por isso, «só pode ter havido um erro».

Guy diz a brincar que o seu gato «distingue o bem e mal», mas não o suficiente para ser jurado num julgamento. Quando os donos apelaram ao tribunal de Boston para dispensar Sal, utilizaram um argumento previsto na lei - «a impossibilidade de falar inglês» - mas, juntaram ainda, uma carta do veterinário a explicar que ele era um gato.

No próximo dia 23 de Março, Sal tem mesmo de se apresentar no Tribunal Superior de Suffolk, em Boston.

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Posso já fazer um resumo do que se poderá passar durante a deliberação:
Diz o Presidente do Júri:
- Vamos então passar agora à votação - Sr. Sal, pode então dizer se considera o réu culpado ou inocente? Sr. Sal? O Sr. Sal está-me a ouvir? Sr. Sal, importa-se de parar de lamber os colhões, e responder à questão?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bibi de novo…

Bibi vem agora dizer que as suas declarações durante a investigação e durante o julgamento eram só mentiras, mentiras essas que lhe foram arrancadas…só temos pena que não lhe tenham arrancado as mentiras com um monitor e um saca-rolhas…

Abracinhos

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ao pescoço

Se gostam de usar os colhões ao pescoço, sugiro uma boa duma surfada com as temperaturas que se fazem sentir por estes dias, dasse!

Abracinhos

A mais rápida carteira do Oeste

Tipo, alguém explica o que se passa com as gajas e as compras?
É assim tão difícil sair de casa, e pura e simplesmente não sacar da carteira?
Será que existe algum concurso feminino secreto, do tipo “A mais rápida carteira do Oeste”?
Que necessidade é essa de gastar dinheiro?
Acho que nem as próprias mulheres conseguem explicar por que razão sentem tanta necessidade em comprar coisas, que na maioria das vezes não são necessárias, ou pelo menos, não são imediatamente necessárias.
Do tipo, “comprei este casaquinho de lã agora no Verão, para usar no Inverno, pois os 30 que já tenho não suficientes!”
Para agravar o problema, as compras que fazem, normalmente levam a mais compras.
Exemplo prático: Compram muito sapatos, que acabam por não caber no armário, logo começam com a conversa (ler em falsete) “Temos de comprar uma sapateira, e já agora também um armário!”, que mais tarde ou mais cedo levará a um (mais falsete) “Temos de comprar casa nova, esta é pequena, não tenho onde arrumar nada!”
É inconsciente e crónico, psicologicamente falando, é um comportamento que para além de compulsivo também é um reflexo condicionado, lembram-se do Pavlov e do seu cão?
Os tipos dos centros comerciais, estudaram isto, e percebem perfeitamente as diferenças entre homens e mulheres, por isso fazem as montras cada vez maiores e mais luminosas, as montras de artigos de homens são feitas a pensar nas mulheres, e os sofás à porta das lojas são cada vez mais confortáveis a pensar nos homens…
Nas compras, também existe um pormenor engraçado, que é o facto de as mulheres conseguirem andar quilómetros e quilómetros a fazer compras sem nunca se cansarem ou queixarem, mas se vamos a um outro sitio qualquer, e um tipo não estaciona o carro mesmo à porta, digamos que estacionamos a uns 20 metros, ouve-se logo um “porque é que vais estacionar tão longe? Olha só o que temos de andar!”
Tenho de admitir porém que, de vez em quando até compram algo que faz realmente falta, e que um gajo não compraria, mas isto decorre, matematicamente, do facto de que quando se compra mil coisas, existir franca probabilidade de se vir a acertar em alguma.
Eu sou completamente o oposto, o que eu chamo de um “manitas para dentro”, senão veja-se o exemplo, quando eu e Marisa começámos a montar casa, eu só queria comprar dois pratos, dois copos, dois garfos e duas facas, pois para mim parecia-me ser mais do que suficiente, se éramos só dois…não concordam que qualquer outro número seria completamente absurdo?

Abracinhos