segunda-feira, 20 de julho de 2009

Depressão de Domingo


Ontem foi um Domingo especialmente depressivo, pois foi o último domingo depois de 3 semanas de férias...o domingo já não é bom, e assim então dói, é terrivel, medonho, fodido, uma merda, e podia continuar a adjectivar sem me cansar, que não ía conseguir exprimir o que senti por esse domingo.
O domingo não dá descanso, um gajo cansa-se de tanto pensar em ir trabalhar no dia a seguir.
Sei que o domingo não é o culpado, o problema é estar mal casado com a segunda-feira. Porra, quem é que casa com uma segunda feira? Só um dia da semana mesmo estúpido. Vejam a terça-feira, deixou a segunda para trás, isto sim é inteligência.
O domingo devia mudar de nome para por exemplo dóimingo ou fodidomingo, e a segunda para fecunda-feira, é que nesse dia um gajo sente-se como se tivesse a ser fecundado, salvo se não se for trabalhar, aí o domingo e a segunda são os melhores amigos do homem. A merda é se se vai trabalhar na terça...
Como dizia um conhecido meu, "a seguir a um dia de descanso, nunca se devia trabalhar" - sabedoria popular, meus amigos.
Acho que sofro do que eu chamo de Depressão de Domingo, porém há quem lhe dê o nome menos pomposo de calanzisse.

Abracinhos

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ainda o Pinho

Parece que afinal o Pinho não queria ofender o Bernardino, queria sim elogiá-lo, só que terá confundido a expressão "dois dedos de testa" com "dois dedos na testa".

Abracinhos

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Olé Pinho!


Um par de cornos, para além de primar pela originalidade, é sempre um contra-argumento com classe. Quase tão delicado como um expressivo manguito, que infelizmente Manuel Pinho já não poderá utilizar, pelo menos na Assembleia da Repúlica ou nos Paços do Concelho. Poderá utilizar nas tabernas que frequenta, com o devido respeito que tenho pelas mesmas.
Este foi o ministro que anunciou que a crise tinha acabado, quando ainda nem tinha começado, foi o ministro que lançou a campanha Allgarve, com dois LL para inglês ver, foi o ministro que para chamar investimento estrangeiro, deu como mais-valia do nosso País, o facto de termos um dos mais baixos custos salariais da U.E., ora com estas e com outras, o que me admira nisto tudo é, como é que ninguém ainda não lhe tinha feito um grande par de cornos a ele.
Apesar dos cornos terem sido dirigidos ao PCP, é só olhar para a fotografia e ver que os cornos lhe acentam que nem uma luva, diria mesmo que ficou lindo, e como se costuma dizer em giria tauromáquica, lindos são os touros...
Ficou a dúvida, como terá saído da A.R., terá sido necessário chamar as vacas?

Abracinhos