sábado, 12 de dezembro de 2009

Confissão de Natal

Eu me confesso: Olá a todos, o meu nome é Nuno e rapei a pintelheira. Toda!
Aproveitando o facto de ter uma daquelas máquinas de barbear que dão para cortar tudo, até para cortar os pêlos do nariz, coloquei mãos à obra e com muito cuidado tratei do assunto. Confesso que tive muito medo de, sem querer, acabar por cortar um colhão, e ficar reduzido a apenas dois, mas tudo correu bem. Foi uma sensação estranha sentir as bolas a tocar nas pernas, até picava! Desejei de facto, naquele momento ter umas cuecas de lixa! Parecia que era a primeira vez que tinha testiculos, sentia-se tudo, e claro escusado será dizer que a fazer o amor, não havendo atrito, ganha-se velocidades estonteantes, e facilmente se entra em derrapagem nas curvas mais apertadas.
Para quem como eu, tem um pénis diminuto, com a eliminação das ervas daninhas à volta da árvore, esta fica a parecer maior, e como à própria árvore também lhe foram cortadas as folhas, fica a parecer sem exageros nenhuns (e já que estamos em época festiva) um autêntico tronco de Natal (mas de chocolate branco).
Recomendo a todos os meus amigos, neste Santo Natal deixem a vossa piloca rapadinha, nos sapatinhos das vossas meninas.
Contra-indicações: No banho, há que ter muito cuidado, pois a lavar a zona que está agora macia, pode-se facilmente e sem querer, entrar em devaneios onanisticos. Deixo um conselho aos amigos que não consigam resistir, utilizem a mão esquerda, que assim até parece não é a vossa mão que está bater a sarapitola, e se por acaso costumam usar esquerda, então utilizem agora a irmã da canhota. Se tiverem o azar de serem apanhados pela maria, só têm de dizer: Então um homem já não pode lavar a picha à velocidade que quer?
Abracinhos

Sem comentários:

Enviar um comentário